Como os candidatos devem se comportar nas redes sociais

O número crescente de jovens nas redes sociais despertou o interesse das empresas de recrutamento. Pesquisas revelam que 55% das headhunters monitoram o Facebook antes de contratar profissionais. Por isso, confira nesta matéria a melhor forma de se comportar nas redes sociais.


Recrutadores consideram o seu comportamento
nas redes sociais (Foto: Divulgação)

Entrevistada pelo TechTudo a gerente geral do Instituto Capacitare, consultora de empresas que buscam estagiários, Débora Nascimento destaca o interesse em buscar candidatos jovens na Internet.
“Não podíamos ignorar que as redes sociais são ferramentas primordiais para levarmos nossa divulgação a esse público. Além disso, são meios que nos dão respostas rápidas", disse.

Pesquisa revela a ação das headhunters nas redes sociais

Segundo a Jobvite, consultoria de recrutamento norte-americana, 55% das headhuntersmonitoram o Facebook antes de contratar profissionais. Ainda, de acordo com a pesquisa, um em cada cinco recrutadores, que utilizam as redes para buscar talentos, acessa o perfil do candidato ao contratar. Com isso, é identificado os aspectos contidos no perfil dos candidatos, cargos e empresas que os mesmos trabalharam.

Monitoração dos candidatos nas redes sociais
(Foto: Divulgação)

A pesquisa teve como base os depoimentos de 800 executivos de recursos humanos dos Estados Unidos. Para a gerente geral do Instituto Capacitare, Débora Nascimento consultar os perfis dos candidatos nas redes sociais não é uma etapa obrigatória na seleção. Mas ela não descarta a importância de saber mais sobre o cotidiano do candidato na Internet.
“Como ele se comunica com o mundo, que tipo de gostos, opiniões e preferências têm e como é sua postura no meio digital. Mais do que saber as suas experiências anteriores, tentamos entender como ele é enquanto indivíduo e como ele se relaciona com as outras pessoas”, destaca a gerente.
Comportamento dos candidatos nas redes sociais

É preciso ter cuidado com o que você posta na Internet. Pesquisa da Jobvite revela que um em cada três empregadores elimina candidatos por causa do que eles publicam nas redes sociais. Além disso, 86% dos entrevistados recomendam que os profissionais criem vínculos nas redes sociais com os possíveis empregadores.

É importante que o candidato esteja na Internet, caso contrário estará em desvantagem em relação aos concorrentes, já que as redes sociais se configuram como a principal plataforma de networking da atualidade.

Redes sociais podem servir como currículo
(Foto: Divulgação)

Selecionamos, com base nas dicas dadas por Débora Nascimento, o comportamento ideal e as atitudes que podem eliminar o candidato nas redes sociais. Para ela, é preciso tomar cuidado com o que você divulga na Internet, porque “pode passar uma mensagem negativa para quem está lendo e fechar uma porta preciosa”.

Dicas de como se comportar na Internet
1- Tudo o que o candidato divulga nas redes sociais se torna público, por isso é necessário ter cautela com o que escreve;
2- Prestar atenção nas opiniões emitidas nas redes sociais: cuidado para não ser preconceituoso, emitir piadas de mau-gosto e palavrões;
3- Cautela ao adicionar uma comunidade: elas revelam o seu gosto, preferências e desinteresse. Ou seja, a comunidade que você participa mostra o que você gosta ou não, os grupos que você se identifica ou se sente à vontade. Por exemplo, comunidades como “Eu odeio trabalhar” e “Sou preguiçoso, sim” podem dar pistas sobre que tipo de profissional você é;
4- Evite erros de ortografia e concordância. Procure, por exemplo, um corretor ortográfico ou dicionário quando sentir dúvidas;
5- Não falar mal da empresa que você trabalhou e de colegas de trabalho. Esse comportamento pode afetar a imagem da organização e das pessoas que você já trabalhou. No pior das hipóteses você pode ser visto como alguém fofoqueiro e nada confiável.

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Eu acredito em GNOMEs

Não é pacífica a evolução das interfaces gráficas open source. O caráter comunitário, que é sua grande força criadora e impulsionadora, também serve como um grande complicador na hora de definir rumos, com correntes conservadoras e progressistas permanentemente se engalfinhando.
Observando de fora, frequentemente parece uma situação injusta para os desenvolvedores e outros participantes diretos na criação do software, pois o desenvolvimento ocorre de forma aberta e transparente. Os novos recursos inseridos são do conhecimento de todos e atendem a solicitações da própria comunidade e, mesmo assim, na hora que uma nova versão sai do estágio beta para o de produção, uma parcela bastante visível dos usuários reclama porque a nova versão é diferente da anterior.
Sim, no parágrafo acima eu simplifiquei demais a situação, e muitas vezes os usuários em questão criticam aspectos específicos em que o ganho representado pelas mudanças é questionável. Mas isso não torna menos complicada a situação de quem gastou longas horas de trabalho implementando mudanças que, muitas vezes, surgiram também dos pedidos insistentes de outros usuários.


Gnome (Foto: Reprodução)

O ambiente gráfico GNOME é um dos que atualmente passam por essa categoria de inferno astral no que diz respeito às expectativas de parte de seu público: após uma longa lua de mel com os usuários, e anos de sucesso como o desktop default de algumas das distribuições Linux mais populares, o GNOME 2 (que foi a série corrente entre 2002 e 2011) foi sucedido pelo GNOME 3, teve seu shell substituído pelo Unity na distribuição Ubuntu, e a partir daí passou a viver um torvelinho de opiniões conflitantes.

De um lado, é claro, estão os defensores e numerosos usuários satisfeitos com as novas opçõesNão é pacífica a evolução das interfaces gráficas open source. O caráter comunitário, que é sua grande força criadora e impulsionadora, também serve como um grande complicador na hora de definir rumos, com correntes conservadoras e progressistas permanentemente se engalfinhando.
Observando de fora, frequentemente parece uma situação injusta para os desenvolvedores e outros participantes diretos na criação do software, pois o desenvolvimento ocorre de forma aberta e transparente. Os novos recursos inseridos são do conhecimento de todos e atendem a solicitações da própria comunidade e, mesmo assim, na hora que uma nova versão sai do estágio beta para o de produção, uma parcela bastante visível dos usuários reclama porque a nova versão é diferente da anterior.
Sim, no parágrafo acima eu simplifiquei demais a situação, e muitas vezes os usuários em questão criticam aspectos específicos em que o ganho representado pelas mudanças é questionável. Mas isso não torna menos complicada a situação de quem gastou longas horas de trabalho implementando mudanças que, muitas vezes, surgiram também dos pedidos insistentes de outros usuários.


Gnome (Foto: Reprodução)

O ambiente gráfico GNOME é um dos que atualmente passam por essa categoria de inferno astral no que diz respeito às expectativas de parte de seu público: após uma longa lua de mel com os usuários, e anos de sucesso como o desktop default de algumas das distribuições Linux mais populares, o GNOME 2 (que foi a série corrente entre 2002 e 2011) foi sucedido peloGNOME 3, teve seu shell substituído pelo Unity na distribuição Ubuntu, e a partir daí passou a viver um torvelinho de opiniões conflitantes.
De um lado, é claro, estão os defensores e numerosos usuários satisfeitos com as novas opções de design e interação adotadas no GNOME 3, apesar das diferenças marcantes em relação à simplicidade quase espartana da versão anterior que foi popular durante um período tão longo.
De outro, e sempre muito visíveis, estão os partidários do Unity, uma camada que substitui no Ubuntu os aspectos mais visíveis do GNOME, embora não faça parte deste projeto e se apoie sobre os componentes dos bastidores deste ambiente.
Em uma terceira quadra, na qual me alinho, se posicionam os usuários satisfeitos do GNOME 2, que não apreciaram as mudanças que ocorreram na longa transição para o GNOME 3, iniciada em 2008, e que teve seu primeiro lançamento para o público em geral recentemente, em 2011.
Não é a primeira vez que algo assim acontece (a revolta dos usuários no lançamento do KDE 4 talvez tenha sido ainda maior, por exemplo), e, certamente, não será a última. Faz parte da dinâmica do código aberto, e o tempo se encarrega de apontar quais as vertentes que ficarão satisfeitas, muitas vezes incluindo concessões de parte a parte que contribuem para refinar versões futuras.
Pessoalmente, embora me inclua no grupo dos usuários que prefeririam a continuidade da série GNOME 2 do que as mudanças representadas pelo GNOME 3, guardo a convicção que atualizações futuras tornarão o sistema mais atrativo para os usuários hoje recalcitrantes.
Mas na condição de observador constante da dinâmica dos projetos de código aberto, um elemento especial me atrai a atenção nesta fase do processo: os usuários e grupos que, atentos a uma solução para o impasse, estão buscando alternativas intermediárias com potencial de não apenas oferecer um caminho que impeça que os insatisfeitos se afastem, como ainda podem ajudar a guiar uma solução no âmbito do projeto como um todo.
Um exemplo é a recente notícia de que o Ubuntu 12.04, que sai no mês que vem e é fortemente baseado no Unity, trará uma opção de configuração chamada GNOME Classic,cujo visual e comportamento serão imediatamente familiares a quem tem como referência de ambiente o GNOME 2.0.

Ubuntu 12.04 (Foto: Reprodução)

Para ativá-la, basta instalar o pacote gnome-panel e depois, no seletor de ambientes disponível na tela de login, selecionar o GNOME Classic.

Outra evidência da importância do caminho intermediário é o projeto Cinnamon, surgido no âmbito da distribuição Linux MINT mas também disponível em pacotes para Ubuntu, Fedora, openSUSE, Arch Linux, Gentoo e mais.

O Cinnamon tem algo em comum com o Unity: é um projeto construído usando os fundamentos do GNOME 3, para oferecer uma experiência de usuário diferente da que vem nele por default. Mas neste caso específico, a experiência de usuário que ele busca oferecer é uma que lembra o visual e o comportamento do GNOME 2 clássico, o que me agrada.

Manter projetos em paralelo, alternativas intermediárias e toda a fricção entre comunidades e desenvolvedores que esse processo gera é um grande esforço que, em parte, é desperdiçado e poderia ser melhor aproveitado se todos estivessem em sintonia.
Mas o processo de construção de consenso em comunidades descentralizadas é complexo, e no momento não temos sintonia no que diz respeito a este tema. E assim a disponibilidade de pessoas motivadas a colocar mãos à obra para construir as soluções que desejam usar acaba sendo um grande fator que acaba (mas só no médio prazo) promovendo a solução que vai agradar ao maior número de pessoas possível. Mesmo que ela seja o GNOME 3. de design e interação adotadas no GNOME 3, apesar das diferenças marcantes em relação à simplicidade quase espartana da versão anterior que foi popular durante um período tão longo.

De outro, e sempre muito visíveis, estão os partidários do Unity, uma camada que substitui no Ubuntu os aspectos mais visíveis do GNOME, embora não faça parte deste projeto e se apoie sobre os componentes dos bastidores deste ambiente.
Em uma terceira quadra, na qual me alinho, se posicionam os usuários satisfeitos do GNOME 2, que não apreciaram as mudanças que ocorreram na longa transição para o GNOME 3, iniciada em 2008, e que teve seu primeiro lançamento para o público em geral recentemente, em 2011.
Não é a primeira vez que algo assim acontece (a revolta dos usuários no lançamento do KDE 4 talvez tenha sido ainda maior, por exemplo), e, certamente, não será a última. Faz parte da dinâmica do código aberto, e o tempo se encarrega de apontar quais as vertentes que ficarão satisfeitas, muitas vezes incluindo concessões de parte a parte que contribuem para refinar versões futuras.

Pessoalmente, embora me inclua no grupo dos usuários que prefeririam a continuidade da série GNOME 2 do que as mudanças representadas pelo GNOME 3, guardo a convicção que atualizações futuras tornarão o sistema mais atrativo para os usuários hoje recalcitrantes.
Mas na condição de observador constante da dinâmica dos projetos de código aberto, um elemento especial me atrai a atenção nesta fase do processo: os usuários e grupos que, atentos a uma solução para o impasse, estão buscando alternativas intermediárias com potencial de não apenas oferecer um caminho que impeça que os insatisfeitos se afastem, como ainda podem ajudar a guiar uma solução no âmbito do projeto como um todo.

Um exemplo é a recente notícia de que o Ubuntu 12.04, que sai no mês que vem e é fortemente baseado no Unity, trará uma opção de configuração chamada GNOME Classic,cujo visual e comportamento serão imediatamente familiares a quem tem como referência de ambiente o GNOME 2.0.

Ubuntu 12.04 (Foto: Reprodução)


Para ativá-la, basta instalar o pacote gnome-panel e depois, no seletor de ambientes disponível na tela de login, selecionar o GNOME Classic.

Outra evidência da importância do caminho intermediário é o projeto Cinnamon, surgido no âmbito da distribuição Linux MINT mas também disponível em pacotes para Ubuntu, Fedora, openSUSE, Arch Linux, Gentoo e mais.

O Cinnamon tem algo em comum com o Unity: é um projeto construído usando os fundamentos do GNOME 3, para oferecer uma experiência de usuário diferente da que vem nele por default. Mas neste caso específico, a experiência de usuário que ele busca oferecer é uma que lembra o visual e o comportamento do GNOME 2 clássico, o que me agrada.
Manter projetos em paralelo, alternativas intermediárias e toda a fricção entre comunidades e desenvolvedores que esse processo gera é um grande esforço que, em parte, é desperdiçado e poderia ser melhor aproveitado se todos estivessem em sintonia.
Mas o processo de construção de consenso em comunidades descentralizadas é complexo, e no momento não temos sintonia no que diz respeito a este tema. E assim a disponibilidade de pessoas motivadas a colocar mãos à obra para construir as soluções que desejam usar acaba sendo um grande fator que acaba (mas só no médio prazo) promovendo a solução que vai agradar ao maior número de pessoas possível. Mesmo que ela seja o GNOME 3.

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Como seu smartphone pode te ajudar na hora de fazer compras

O mundo está conectado à internet, e assim como os eletrônicos, nosso comportamento também tem mudado com essa novidade. Ao fazer compras, por exemplo, a internet e ossmartphones podem ser os seus maiores aliados. Há quem goste de “bater perna” por várias lojas em busca de descontos ou bons produtos, mas você pode se livrar de ciladas e tomar decisões melhores com uma simples consulta ao seu telefone. Veja como neste especial que o TechTudo preparou para você.


Buscapé no iPhone

Pesquisa de preço sem sair da loja
O principal diferencial das lojas online é o preço. Sites de comparação de produtos, como Buscapé, Bondfaro e Zura! podem estar nos seus favoritos para que sejam sempre consultados antes de você fechar uma compra. O Buscapé, por exemplo, oferece um aplicativo para iPhone que permite pesquisar em segundos o valor do produto em várias lojas.
Com a ajuda destes sites, é possível saber se vale mais a pena comprar o produto na loja física ou pela internet. Às vezes a diferença de preço é tão grande que vale mais a pena esperar para receber o produto em casa.

Supermercado com o melhor preço
Comparar preço de itens caros, como eletrônicos e eletrodomésticos, já é muito comum hoje em dia. Porém, duas alternativas muito interessantes podem te ajudar a garantirem as melhores escolhas ao fazer suas compras básicas de supermercado. Os aplicativos para Android Meu Carrinho, Boa Lista e Preço Na Mão fornecem os melhores preços de produtos do seu dia-a-dia.

BoaLista (Foto: Divulgação)

Os aplicativos permitem que você monte listas de compras e saiba em quais estabelecimentos você pode economizar mais. O problema, no entanto, ainda é o acervo de lojas, que segundo os próprios usuários é pequeno. Porém, a tendência é que isso seja superado e mais opções sejam incorporadas, conforme os usuários usem a solução.

Preço vs. Reputação

Escolher uma loja pelo preço é uma das opções ao fechar uma compra, mas a boa reputação da empresa pode contar muito no pós-venda. Com um smartphone em mãos, você pode usar seu smartphone para pesquisar a opinião de outros consumidores a respeito dos estabelecimentos antes mesmo de entrar na loja.

Uma das maiores fontes de informações sobre lojas é o Reclame Aqui. O site reúne centenas de reviews de clientes insatisfeitos com produtos e serviços. A empresa também oferece um índice de reclamações, onde é possível conhecer as lojas com as piores ou melhores avaliações.

Foursquare e dicas especiais

Outra fonte de informações preciosa é o Foursquare. A rede social tem várias opções de lojas e serviços, além de oferecer descontos ou vantagens fornecidas pelos próprios lojistas às pessoas que consomem em seus estabelecimentos. Nessa rede você pode descobrir mais sobre os estabelecimentos, conhecer a reputação deles, e ainda ganhar algumas regalias.

Vídeos e reviews

Apesar da velocidade do 3G ainda ser sofrível no Brasil, vários lugares, como shoppings e centros comerciais, já disponibilizam conexão Wi-Fi. Conseguindo um ponto de acesso mais rápido, você pode também buscar no YouTube por avaliações em vídeo de produtos que você queria comprar. Essa é uma das formas mais rápidas e eficientes de conhecer a característica de algum produto antes de pagar por ele e tirar da embalagem.

O canal do TechTudo, por exemplo, é repleto de reviews, entrevistas e análises de games e produtos eletrônicos. Vale a pena conferir a opinião dos nossos redatores antes de fazer alguma compra.

TechTudo no YouTube

O YouTube é fonte de certa para várias situações, como saber qual filme assistir, por exemplo. Consultar os trailers dos filmes em cartaz antes de comprar os ingressos do cinema é uma boa pedida.
Sem surpresas no Táxi
Outra forma comum de gastar muito dinheiro atualmente é pegando táxi, mas agora é possível prever o quanto você vai gastar em uma corrida - evitando algumas surpresas desagradáveis ao tomar um transporte. Algumas das soluções mais conhecidas são o Tarifa de Táxi ePreço do Táxi, que oferecem um cálculo aproximado das corridas nas maiores cidades do Brasil. Conferindo o valor estimado e conhecendo o percurso sugerido, fica mais fácil evitar cobranças abusivas dos taxistas “espertinhos”.

Tarifa de Taxi

Google para todos
Como hoje em dia você pode encontrar praticamente tudo no Google, a dica é instalar o Google Search no seu smartphone.

App Google Search (Foto: App Google Search)

Com o aplicativo, basta fazer as pesquisas por texto, voz ou imagens (Google Goggles). O buscador é uma ótima fonte para sanar suas dúvidas a respeito de lojas e produtos. Uma ótima pedida é buscar o telefone e ver o cardápio daquela sua pizzaria preferida, por exemplo. Quase todas elas - até as mais 'pobrinhas - têm seus sites.
O mundo em suas mãos

Estas são apenas algumas opções de serviços que podem nos ajudar a comprar melhor. Com estes recursos sempre à mão, fica muito mais fácil encontrar um preço justo para os produtos e não entrar em furadas. Mas também gostaríamos que você compartilhasse a sua opinião. Você tem alguma sugestão de app ou site para fazer boas compras? Se sim, deixe seu comentário.

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iRetroPhone deixa seu iPhone com cara de telefone antigo

Itens antigos muitas vezes ganham releituras e se tornam luxuosos com o tempo. Este é o caso do iRetroPhone, um dock para iPhone que imita a base dos telefones antigos, daqueles com um disco no meio. Nele, é possível também deixar o smartphone carregando enquanto não estiver sendo usado.


iRetroPhone (Foto: Divulgação)

A companhia que fabrica o dispositivo afirma que o gadget ainda absorve radiação e reduz o ruídos nas ligações. Além disso, é possível usar o gadget para realizar ligações à moda antiga, pois um app reproduz a imagem de um disco de telefone clássico na tela do iPhone.
O iRetroPhone funciona também em iPads, iPods Touch e até em smartphones Android, e está à venda nos Estados Unidos por US$ 100 (cerca de R$ 182).

Via Ohgizmo

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Twitter reinventa a forma dos usuários exigirem seus direitos como consumidor

A Internet mudou completamente a forma como clientes e empresas se relacionam, e hoje em dia, o SAC 2.0 está virando uma tendência no Brasil. Entre vários canais de comunicação na web, as empresas disponibilizam ao consumidor as redes sociais, sendo o Twitter uma das mais utilizadas.


Como alternativa ao atendimento telefônico, clientes usam o Twitter para fazer reclamações (Foto: Reprodução)

Geralmente, pessoas insatisfeitas com produtos e serviços postam suas reclamações no Twitter acompanhadas da hastag #fail. De acordo com a E.life, empresa de análise de mídia, serviços como bancos, seguradoras, provedores de Internet e cartões, alimentação, telefonia (fixa e móvel), são campeões em mensagens com a hastag. Quanto aos produtos, os eletrônicos geram mais reclamações, seguidos pelos eletrodomésticos.
Reclamação x Respostas

As empresas que utilizam o Twitter como mais um canal para atender ao cliente, acabam também investindo na ferramenta como uma estratégia de marketing. No entanto, a demora na resposta ao consumidor pode comprometer a imagem da empresa. Cada vez mais consciente de seu poder na difusão de mensagens pela rede social, um cliente insatisfeito acaba propagando sua reclamação que é repercutida para seus seguidores no Twitter.

Foi justamente o que aconteceu com a jornalista Ana Victorazzi, de 25 anos, ao adquirir um iPhone 4S pela operadora Claro e solicitar a portabilidade. Após o prazo do serviço solicitado não ter sido cumprido, a cliente tentou resolver diversas vezes pelo atendimento telefônico, mas não obteve sucesso. Foi então que ela resolveu reclamar no Twitter e em outros canais que a empresa fornece.

“O meu problema foi resolvido após reclamações no Facebook. A empresa entrou em contato comigo por mensagens privadas e depois recebi a ligação de uma pessoa. Pelo Twitter, até hoje eles não me responderam. Para mim, a qualidade do atendimento no retorno ao cliente deve ser a mesma em qualquer canal”, disse.

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